domingo, 19 de fevereiro de 2012

INÁCIA, PROVÁVEL MATRIARCA DAS FAMÍLIAS PIRES, RIBEIRO E ARRUDA DA SERRA CATARINENSE

MORTE DO CAÇADOR DE ESMERALDAS 

FERNÃO DIAS PAES LEME - O CAÇADOR DE ESMERALDAS

GENEALOGIA MINEIRA

Região Sudeste - Genealogias

PAIS DE OLIVEIRA HORTA -  Marco Polo T. Dutra P. Silva

Francisco Pais de Oliveira Horta nasceu em São Paulo, filho de Salvador de Oliveira Horta e Antônia Pais de Queiróz.
Ele foi casado com Mariana Dias Pais Leme, filha do Caçador das Esmeraldas Fernão Dias Pais Leme e com Maria Garcia Rodrigues Betting (SL, tit. HORTAS, IV, 331). Carvalho Franco (CF, verbete HORTA, Francisco Pais de Oliveira) conta que ele acompanhou o sogro em 1674 para os Sertões dos Cataguases, em busca das riquezas do Sabará-boçu. Descoberto o metal, minerou na região por algum tempo. Enriquecido, voltou a São Paulo e se estabeleceu em Santana de Parnaíba. Ele faleceu em 1701 e ela já estava morta em 1660.

Pais de: 
1.1 - Maria Garcia de Abreu, casada com o guarda mor Bernardo de Chaves Cabral, filho de de Manuel da Costa Pinto e Antônia de Chaves.  1.2 - Cel. Maximiano de Oliveira Leite, batizado em Parnaíba no dia 29 de outubro de 1701 (VTM, I, 78) e casado em 1722, por procuração, com Inácia Pires de Arruda, natural de Itu, filha de Francisco Pires Ribeiro e Maria de Arruda.

Comentário do blogueiro:

Pode ser apenas coincidência, mas entre os pioneiros de Lages e da Coxilha Rica encontramos pessoas das Famílias Pires, Ribeiro e Arruda. Vamos avançar nesta pesquisa, pois as três famílias tropeiras citadas são oriundas do Interior de São Paulo, com passagem pela região farroupilha correspondente à atual Grande Porto Alegre, onde os registros genealógicos são escassos.

O bandeirante Fernão Dias Paes Leme é um importante minerador da História do Brasil.  Seu genro Francisco Paes de Oliveira Horta o acompanhou na busca pelas esmeraldas, obteve sucesso e enriqueceu sobremaneira.  

Talvez aí esteja a origem da grande fortuna que é atribuída a José Domingues de Arruda quando chegou com tudo que possuia e se estabeleceu até a morte em parte da Fazenda Guarda-Mor, dando importante contribuição histórica e familiar para a colonização da Serra Catarinense. 

Isto é apenas uma suposição carente de comprovação histórica.

Recomendo:http://pt.wikipedia.org/wiki/Fern%C3%A3o_Dias_Pais e http://www.unicamp.br/iel/memoria/Ensaios/LiteraturaInfantil/14contos.htm



   

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

FAMÍLIA ARRUDA DO PAINEL


 
Comentarios:

Bom dia!
Tive acesso ao teu blog da familia Arruda e fiquei muito interessado, pois sou filho de Aquilino Figueiredo de Arruda, que conta hoje com 90 anos de idade e estivemos no Cajurú no domingo (08/01/2012) procurando os cemitérios antigos para encontra o túmulo de José Domingues de Arruda e Henriqueta Vieira de Arruda que são os pais do meu Avô Cassimiro Vieira de Arruda. Tem alguma informação sobre a localização do túmulo desses ascendentes?
Ficaria grato pela informação.

Atenciosamente.

Luiz Fernando Hildebrando de Arruda

Olá Luiz Fernando,

José era irmão de meu bisavô Bernardo Domingues de Arruda, que morava na Fazenda Cajurú. A irmã deles, Clara, era proprietária da Fazenda Morrinhos. Em 1909 José tinha 47 anos de idade. São as únicas informações que tenho, repassadas pela prima genealogista Tânia Arruda Kotchergendo (www.lageshistorica.blogspot.com), que anda à procura, justamente dos descendentes do José, conforme e-mail que recebi dela. Assim, repasso essas suas informações a ela, que poderá ajudá-lo melhor que eu.

Não conheço as Fazendas Cajurú e Morrinhos, mas presumo que José possa estar enterrado em algum cemitério de lá. Ou então na Fazenda Guarda-Mor, pois José Maria Domingues de Arruda, o "Coronel dos Coronéis" (caçula do patriarca José Domingues de Arruda, irmão de João, o pai do homônimo José, seu bisavô) comprou grandes áreas da fazenda pioneira da Coxilha Rica e os nossos ancestrais mais antigos devem estar enterrados em algum cemitério dela. É só uma suposição minha, pois haviam mais de 85 fazendas antigas na Coxilha, onde as Famílias Arruda e Vieira tinham proles significativas. Clara dos Morrinhos, por exemplo, teve 22 filhos. Meu bisavô Bernardo mais ou menos esse tanto. Não assistiam televisão (risos)!

Abraços,

José Carlos

Olá Primos!

O casal procurado está sepultado o Cemitério Particular da Fazenda Grande, no Painel.

Henriqueta faleceu bem novinha, com 34 anos!

Se algum de vocês for até lá,  por favor me informe o estado de conservação do referido Cemitério. Muitos dos meus ancestrias também estão sepultados na Fazenda Grande.

Eu tenho bastante dificuldade em reunir dados das geracões mais novas pois o leque é muitíssimo amplo...rsrsrs. Gostaria de saber de qual  filho do Sr. Aquilino o Luiz Fernando descende. Aliás, ficaria grata de pudesse receber a relação dos descendentes do Sr. Aquilino e de D. Cecília.

Abraços aparentadíssimos!


Tânia Arruda Kotchergenko - CRA/SC 4919
Lages,SC


Grato, Tânia.

Repasso ao Luiz Fernando e complemento na mensagem anterior a esta.

O dito cemitério é fácil de localizar no Painel. Fica próximo ao acesso à Fazenda do Barreiro, entrando à direita no estradão que termina nos Morrinhos (Coxilha Rica), por onde o Lelo faz as cavalgadas com os turistas.

Abração,

José Carlos 

Bom dia!
obrigado pelo retorno. Eu conheço o cemitério da Fazenda Grande, vamos procurar e tirar fotos e repassamos a todos, pois no dia 22 de janeiro de 2012 é a festa de São Sebastião no Painel.  Eu resido em Passo Fundo (RS), mas vou estar em Lages naquele fim de semana.
Segue a lista dos descendentes do Aquilino Arruda e Cecília, mas vou preparar a lista com todos os descendentes (Cassimiro Vieira de Arruda e Emerenciana) atualizada:


PERGUNTA: QUEM SÃO OS ASCENDENTES de José Domingues de Arruda e Henriqueta Vieira de Arruda?

Paternos: José Domingues de Arruda e Henriqueta Vieira de Arruda
Avós/Paternos: Cassimiro Vieira de Arruda e Emerenciana Rodrigues de Figueiredo

Por parte de: Emerenciada Rodrigues de Figueiredo, os Bisavós são: Jacinto Rodrigues de Figueiredo e Maria de Lis e Luera.



Pai: Aquilino Figueiredo de Arruda casou com Cecília Antunes Hildebrando de Arruda 
Filhos:
1 - Arlete Aparecida Hildebrando de Arruda casada com Rui Rodrigues Morais (Residentes em Porto Alegre);
Filhos/netos: Menelique Arruda Morais
                   Samori Arruda Morais

2 – Antônio Eliseu Hildebrando de Arruda casado com Liane Maria Zart de Arruda (residentes em Passo Fundo-RS)
Filhos/netos: Tiago Zart de Arruda
           Mateus Zart de Arruda
           Eduardo Zart de Arruda

3 – José Ademar Hildebrando de Arruda casado com Marisa Salete Magnabosco de Arruda (residentes em Lages-SC
Filhos/netos: Juliana Magnabosco de Arruda  
                   Gustavo Magnabosco de Arruda
4 – Artenes Aquilino Hildebrando de Arruda casado com Rita de Fátima Batista de Arruda (residentes em Curitiba-PR)
Filhos/netos: Ana Clara Batista de Arruda
                    João Paulo Batista de Arruda
                    César Augusto Batista de Arruda

5 – Luiz Fernando Hildebrando de Arruda casado com Rosistela Maria Cesarotto de Arruda (residentes em Passo Fundo (RS).
Filha/neta: Maria Fernanda Cesarotto de Arruda

Atenciosamente, Luiz Fernando Hildebrando de Arruda


sábado, 22 de outubro de 2011

CORREIA PINTO NÃO VEIO SÓ PARA FUNDAR LAGES



Conselheiro Mafra, juntou ao processo judicial de questão de limites entre Santa Catarina e Paraná, durante a Guerra do Contestado, a seguinte relação de pioneiros na Fundação de Lages", na região denominada "Sertão de Curitiba", cujo limite Norte ficava na atual cidade de Lapa, no Paraná, toda uma extensa região serrana, conhecida desde 1766 como  Distrito dos Campos de Cima da Serra (Região de São Joaquim), Vacaria e Lages.
  
"Em Lages somavam-se 82 pessoas, que moravam em 16 fazendas, onde moravam os seguintes fazendeiros:

>Feliz José Pereira (com 20 pessoas)
>Joaquim José Pereira (com 4 pessoas)
>José Raposo Pires (com 5 pessoas)
>Antônio Correia Pinto de Macedo (com 10 pessoas) - Capitão Mor
>João Antunes Pinto (com 2 pessoas)
>Antônio Gonçalves Padilha (com 5 pessoas)
>Francisco José (com 3 pessoas)
>Simão Barbosa Franco (com 2 pessoas)
>Manoel Barbosa Franco (com 3 pessoas)
>Bento Soares da Motta (com 3 pessoas)
>Bento do Amaral Gurgel (com 3 pessoas)
>Antônio Marques de Arzão (com 2 pessoas)
>Manoel da Silva Ribeiro (com 7 pessoas)
>José Bezerra do Amaral Gurgel (com e pessoas)
>Bento Soares da Motta (com 5 pessoas)."

Walter Dachs,  o maior pesquisador histórico-genealógico que aqui residiu por alguns anos, escreveu uma coletânea de artigos para o Jornal Guia Serrano, de 1960 a 1964, com base em dados coletados na Genealogia Paulista, de Silva Leme, no Censo das Ordenanças da Vila de Lages (recenceamento do período de 1777 a 1794), nos registros da Paróquia Nossa Senhora dos Prazeres (período de 1767 a 1818) e assim resume a origem de nossos primeiros habitantes de origem lusitana:

".... Há várias referências sobre moradores de Lages da segunda metade do Século XVIII que teriam casado com mulheres nascidas em Curitiba. Também é constante o elemento vindo de Portugal. Os primeiros povoadores que emigram de São Paulo, descendem dos Taques, Lara, Leme, Godoi, Proença, Pires, Almeida, Gois, Arruda e outros, estabelecidos em São Paulo ao tempo da Capitania de São Vicente, nos séculos XVI e XVII." Destas Famílias identifico em minha ascendência materna de origem as assinaturas Pires e Arruda.  

O Capitão Mor  Antônio Correia Pinto de Macedo, rude e encrenqueiro, casado sem filhos com Maria Antônia de Jesus, faleceu em 1786 e em seu lugar assumiu o Capitão Mor Regente Bento do Amaral Gurgel Annes, um dos pioneiros presentes ao ato de fundação de Lages.

Fonte: Genealogia Tropeira, Volume II, organizada por Cláudio Nunes Pereira. 2008. Páginas 73 em diante.
http://sites.google.com/site/valdeneisilveira/genealogiatropeira