BELISÁRIO E EDÍLIA VIEIRA ARRUDA RAMOS
Belisário Ramos (nome da Avenida Carahá e da Escola Estadual do Bairro São Cristóvão, irmão do Nereu e do Vidalzinho) tinha 81 anos de idade quando casou-se com Edília Vieira Arruda (conhecida por Tia... Beija, filha de Bernardo Arruda - apelidado de Lobo Guará do Cajurú - com Ernestina Borges de Arruda) que tinha só 14 anos de idade. Tiveram 4 filhas e 2 filhos: Zara, Cida, Vera, Lita, Ernani e Renato. Na foto Belisário aparece sentado com Tia Beija de pé à sua direita. As pessoas à sua esquerda são os capatazes da sua fazenda na Coxilha Rica. As crianças são, da esquerda para a direita, os filhos do capatazes, as 4 filhas de Belisário e Tia beija e Jacira Vieira de Arruda, a genitora do JC Arruda de Sousa.Ver mais |
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terça-feira, 9 de julho de 2013
FAMÍLIA DE BELISÁRIO RAMOS E EDÍLIA VIEIRA ARRUDA RAMOS
quarta-feira, 22 de maio de 2013
A GUARITA MILAGROSA DA COXILHA RICA
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| CORREDOR DAS TROPAS NA COXILHA RICA SENTIDO SUL-NORTE |
COMENTÁRIOS:
Olá Primo!
É sempre divertida a leitura de seus artigos e fácil encontrar o (os) alvos de suas "dizeduras" .
Ficção à parte, ao menos a mim causam "incômodos de ansiedade" a detecção de diversos equívocos, maldizeres e mitos que foram construídos e perpetuados à margem da verdade histórica de nossa terra e de nossa gente. É pena, pois o leitor mal informado pode proseguir perpetuando os equívocos e nào alcança todo o potencial de criaçào do texto que se propõe à ironia. Quem desconhece a história não tem subsídios para uma releitura crítica da história a partir dos textos que você constroe.
Existem diversas informaçòes neste texto de hoje, que eu gostaria de saber onde você obteve:
a) Que Bento do Amaral Gurgel estivese alguma vez à frente do Passo de Santa Vitória.
b) Que Correia Pinto tinha poderes para escolher/designar o responsável pelo Passo de Santa Vitória ( autoridade para o recolhimento de impostos).
e) Que Laureano comprou a Fazenda Guarda Mor ( e ainda mais, que a tenha comprado da viuva de Bento do Amaral Gurgel).
f) Que Laureano tenha comprado/possuido outras fazendas além da Guarda Mor.
g) Que Laureano tenha sido um dos grandes propietários de terras de Lages.
h) Que Laureano tivesse exercido ofício de carpinteiro (que esta tivesse sido uma das formas de seu sustento ainda que secundáriamente)
i) Qua alguém da N Sra dos Prazeres das Lages tenha enriquecido com atividades ligadas à arrecadação de impostos nos antigos "Passos".
Para cada um dos itens acima que você me informar a fonte de onde tirou suas informaçoes (para construir o seu artigo) eu prometo retornar um pequeno texto com as minhas fontes e respectivas "antigas e esquecidas verdades", ok?
Eu, de minha parte, nào creditaria "milagres"de prosperidade lá na Coxilha Rica a São Mateus. Os principais créditos eu daria a Santo Antonio (casamenteiro) e a São Francisco (protetor dos animais).
Oi Prima,
Tudo na santa paz?
Vamos às fontes: A maioria das ironias foram baseadas na revista e no livro ilustrados Abra e Ache, editados José Gualberto G Costa acerca da Coxilha Rica. A maioria ds textos são do Procurador da República Nazareno J Wolff (fazendeiro da Coxilha e dono do Shopping em construção na BR 282) com base em dados fornecidos pela D. Lia Ramos (Turismo). Os versos são do Coronel Tiarajú (Ex-10º BEC e Ex-Secretaria de Obras de Lages) e as fotos de Márcio Ávila, Eliane Wolff e do próprio Nazareno.
Não conheci o José Gualberto, mas os demais escribas e suas fontes são portadores de, digamos, fé pública. As demais fontes foram o Volume II de Genealogia Tropeira e as informações que você me repassou sobre nossos antepassados. Juntei vários fragmentos e não tenho a mínima preocupação com o rigor histórico. Isso é tarefa para hiotoriadores e genealogistas. Eu sou apenas um crítico e humorista. Tenho dito. Amém!
Acaso você não tenha essa revista e esse livro ilustrados posso enviar-lhe uma cópia. Já os procurei para aquele amigo meu lá de Santarém e não os localizei nem no Sebo Marechal. É só me pedir.
Não existe milagre de nenhum santo. Usar o nome desses santos é apenas força de expressão textual para chamar atenção. A maioria dos meus leitores são místicos, como mística é a maioria da população mundial. É de domínio público o enriquecimento de fiscais e coletores de impostos em geral. Lá no Passo de Santa Vitória seria diferente? Basta ver a existência das mais de 80 Fazendas Antigas ao longo do Corredor das Tropas e suas ramificações. De onde saiu o $$$$ para fazer tudo aquilo?
Bom domingo e boa semana!
José Carlos
Então primo, aos fatos e documentos,
Quanto aos Registros e coleta de impostos de transporte de gados e outras mercadorias: Eram arrematados publicamente, na sede das respectivas Capitanias pois vencia quem oferecesse o maior valor e tivesse "cacife" para também pagar a vultuosa fiança que era exigida nestes casos. Em Lages sempre foram arrematantes pessoas de fora, sem ingerencias de Correia Pinto ou de Bento do Amaral Gurgel. Ao menos até 1820 enquanto Lages pertencia a São Paulo e que é meu período de pesquisas. Depois de 1820 pouco sei sobre o assunto impostos mas já entào passaram a existir as Coletorias tocadas por funcionários públicos.
Estou preparando um texto que relata quem foram os arrematastes , por ordem cronológica, destes antigos mais antigos Registros de Lages e arredores (Santa Vitória, São Jorge, Castelo, Patrulha, etc..).
Um dos melhores trabalhos de pesquisa (em doctos originais) já realizados sobre estes Registros e que cita inclusive alguns dos nossos de Lages é o do link abaixo, que muito recomendo a leitura. A leitura deste material atende a respostas para os item "a", "b" e i" " do meu e-mail anterior.
Miranda,Marcia Eckert.. A estalagem e o império: crise do Antigo Regime, fiscalidade e fronteira na Província de São Pedro (1808-1831). Campinas,SP: [s/n], 2006. Tese (doutorado) - Universidade federal de Campinas, Intituto de Economia.".
p.82
"No entanto, esse predomínio de contratadores não residentes não significou a exclusão completa dos negociantes da Capitania de São Pedro das rematações, ainda que em sociedade com negociantes sediados no Rio de Janeiro. Esse foi o caso do Capitão Manuel Antônio de Araújo, morador de Porto Alegre, que rematou o contrato dos Registros de Viamão e de São Jorge das Lages entre 1776-1781 e dos registros de Viamão e Santa Vitóra no triênio de 1782-1784 em sociedade com o Capitão Manuel de Araújo Gomes e com o Dr. Lourenço Ferreira Ribeiro. No triênio de 1803 a 1805, outros residentes na capitania, o Capitão André Álvares Pereira Viana e o Capitão Antônio José Martins Bastos remataram o contrato dos registros em sociedade com dois comerciantes do Rio de Janeiro.."."
Eu ëngoli os itens c e d no meu e-mail.
Para o item "e" a resposta é a seguinte:
Laureano não comprou a Guarda Mor, e óbvio que muito menos da viuva do Gurgel. A Guarda Mor foi obtida por posse de terras devolutas, posse essa já registrada em relatório de 1820 existente lá no DAESP, SP:
Oliveira, Baltazar Joaquim de Oliveira, Tenente Comandante, Bens Rústicos de Lages em 1820, DAESP, n. de ordem CO 9869in Revista ABRASP 6. Marcelo Meira Amaral Bogaciovas, Nota 104, pag. 54-55.
"Trancrito por Marcelo Meira do Amaral Bogaciovas em Revista ABRASP n. 6.".
"Laureano José de Ramos (nota 104) era senhor de uns campos denominados Guarda Mór , cujos campos obteve por devolutos e tinha de frente meia légua e de fundo três Léguas. Tinha cultivado com animais vacum e cavalar, custeando com gente alugada. Confrontava-se por uma parte com o Capitão Mor Ignácio de Almeida Leite e por outra com a fazenda de Inácio Antunes."
Mais tarde e a requerimento de D. Maria Gertrudes de Moura (esposa), porque Laureano já era falecido (28/04/1862), foi a posse legitimada, na forma da Lei em vigor, sendo expedido pelo Presidente da Província, o respectivo título de propriedade (cfe Lei de Terras) O processo de Legitimaçào está arquivado no Arquivo Geral do Estado, sob n. 210010, gaveta 439 do AGE (Conforme constou no Livro Coxilha Rica e tenho uma cópia deste Processo e do Mapa feito para aquela regularizacao).
Resposta aos itens "e e f" pode ver lá no meu Blog onde transcrevi (do original ) o Inventário de Laureano.
Ele só possuia a Guarda Mor e nào tinha adiantado nenhuma outra fazenda a qualquer de seus filhos (adiantamentos de legitimas). Até agora nào localizei documentos que comprovem Laureano ter sido dono de outra fazenda além da Guarda Mor. Mas foi importante pecuarista nos seus ultimos anos de vida.
Trato cumprido.
Entào, "inté", e boa semana para vocês! Boa Festa do Pinhão!
Agradecido, pergunto se posso blogar os seus esclarecimentos oficiais abaixo. Essa dialética entre nós dois é muito boa. A ciência nos ajuda a clarear as coisas, mas essa não é a minha preocupação. Minha fixação é no pitoresco, nas entrelinhas, mesclando ficção com realidade. Até porque a verdade é relativa, existem muitas verdades e grandes mentiras históricas para favorecer os mais fortes e vencedores. Sob essa ótica vejo os Ramos da Coxilha Rica como bem sucedidos politicamente, e nossos antepassados Arruda, melhor dotados economicamente, como um fracasso em vários sentidos vitais. Quem nasceu e se criou com água de poço, privada de fundo de quintal, lampeão e lamparina de querosene e luz de velas pode ter uma visão distorcida da realidade lageana. Mas é assim que eu vejo e não tenho a menor disposição em mudar a marca de meus óculos. Quer que lhe envie cópias da Revista e do livro Abra e Ache? Tem fotos e textos sobre todo o Corredor das Tropas, de Viamão a Sorocaba!
Um grande abraço.
José Carlos
Primo,
O que já está publicado pode bloguear sim.
Apenas nào gostaria que fossem divulgadas as pesquisas que sào minhas e que ainda nào publiquei e carecem também de um pouco mais de pesquisas para cotejarem-se alguns dados.
Olá Prima,
É admirável sua disposição de pesquisa. Eu não tenho essa tamanha disposição. Apenas gosto de juntar fragmentos de livros, revistas, blogs, etc., para montar meus textos, a maioria deles com uma pitada de fantasia. Como já lhe disse antes, não tenho a menor preocupação com o rigor científico, histórico e genealógico. Prefiro mais usar o que chamo de “aritmética lógico lingüística” (eu mesmo inventei essa coisa) para interpretar os fatos do meu jeito. Por exemplo: A grande maioria dos políticos e fiscais são corruptos. As estatísticas não mentem. Sendo corruptos, logo ficam ricos. Rico mente a dar com um pau para enganar o pobre e para se manter rico. Dedução lógica: Os Ramos eram políticos, ricos e grandes mentirosos! E os Arrudas também!!!
Fiquemos por aqui.
Abração,
José Carlos
"Em Off", é possivel que os jovens Vidalzão e o Coronel dos Coroneis José Maria Domingues de Arruda (esse tinha ouro em lingotes) tivessem alguma diferença de divisas na imensa Fazenda Guarda Mor, onde ficava a "milagrosa" Guarita Imperial sob os cuidados de Vidalzão. O Coronel consumiu um tempão e uma grana medonha para fazer o primeiro "georreferenciamento" da Fazenda, delimitando suas confrontações, e o respectivo registro cartorário em Curitibanos (naqueles idos tempos o cartório era lá). Para arrematar: o pessoal da Família Arruda da Serra Catarinense, mesmo ricos, nunca foram bons políticos. O mais expressivo foi Indalécio Arruda, filho do Coronel José Maria, que chegou a ser Deputado Estadual e duas vezes Prefeito de Lages. Já os Ramos dispensam maiores comentários. Político é político, ontem, hoje e sempre!
domingo, 8 de abril de 2012
FAMÍLIA ARRUDA NO RGS – GENEALOGIA, BRASÕES, BIBLIOTECA E LITERATURA
Na página do Instituto Genealógico do Rio Grande do Sul (http://www.ingers.org.br/) são disponibilizadas algumas fontes de pesquisa pagas e gratuitas.
O tronco pioneiro das Famílias Arruda e Domingues, que se estabeleceu na Coxilha Rica, na Serra Catarinense, é oriundo do Estado vizinho. Já o tronco Arruda de São Joaquim e Urupema é paulista e posterior. 180 anos depois da chegada dos pioneiros ainda é escassa a quantidade de informações disponíveis para se estabelecer o elo tropeiro entre os familiares paulistas e rio grandenses, já que é pouca a Literatura pampeira e específica sobre ambas as Famílias.
O IHGRGS - Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul (http://www.ihgrgs.org.br/) segue na mesma linha no critério de fornecer informações via Rede, mas seus pesquisadores histórico genealógicos tem uma abordagem mais técnica, a exemplo do similar instituto catarinense (http://www.ihgsc.org.br/), onde as pessoas tem contribuído muito mais com matérias para este blog.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
FAZENDAS MAIS ANTIGAS DA COXILHA RICA
Segundo pesquisa do Dr. Nazareno, Procurador da República em Lages, a mais antiga é a Fazenda Guarda-Mor, seguida das Fazendas das Bananeiras, do Aleixo, do Limoeiro, do Faxinal, Carazinho, Pelotas e Pinheirinho.
Com o passar dos anos as Famílias Pioneiras foram aumentando e, hoje em dia, com sede em estado de conservação e idade muito variável entre elas, ainda tem cerca de 90 construções antigas no território da Coxilha Rica.
Na XXIII edição da Festa Nacional do Pinhão, neste ano de 2011, houve uma bela exposição de fotos no Pavilhão Cultural, com destaque para o clic dos fotógrafos Ricardo Bampi, que já editou um livro ilustrado sobre a Coxilha e Márcio Ávila, todas elas igualmente belas e bem retratadas.
Na Galeria deste blog (acima), podem ser vistas fotos de algumas delas.
FONTE: REVISTA ABRA E ACHE - ANO 2 N. 5 - Texto: Dr. Nazareno Jorgealém Wolff
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| SEDE DA FAZENDA GUARDA-MOR |
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| SEDE DA FAZENDA SANTA TEREZA |
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| SEDE DA FAZENDA CAPÃO ALTO |
| SEDE DA FAZENDA CAJURÚ |
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| SEDE DA FAZENDA SÃO JOÃO, ABERTA AO TURISMO RURAL |
Segundo pesquisa do Dr. Nazareno, Procurador da República em Lages, a mais antiga é a Fazenda Guarda-Mor, seguida das Fazendas das Bananeiras, do Aleixo, do Limoeiro, do Faxinal, Carazinho, Pelotas e Pinheirinho.
Com o passar dos anos as Famílias Pioneiras foram aumentando e, hoje em dia, com sede em estado de conservação e idade muito variável entre elas, ainda tem cerca de 90 construções antigas no território da Coxilha Rica.
Na XXIII edição da Festa Nacional do Pinhão, neste ano de 2011, houve uma bela exposição de fotos no Pavilhão Cultural, com destaque para o clic dos fotógrafos Ricardo Bampi, que já editou um livro ilustrado sobre a Coxilha e Márcio Ávila, todas elas igualmente belas e bem retratadas.
Na Galeria deste blog (acima), podem ser vistas fotos de algumas delas.
FONTE: REVISTA ABRA E ACHE - ANO 2 N. 5 - Texto: Dr. Nazareno Jorgealém Wolff
IMAGENS DA FÉ CATÓLICA NA COXILHA RICA
COMENTÁRIO DO BLOG:
José Maria Domingues de Arruda, o Coronel dos Coronéis, filho caçula do patriarca José Domingues de Arruda, delimitou e adquiriu grandes áreas de terras da pioneira Fazenda Guarda-Mor, registrada no Cartório de Curitibanos, conforme relato em outra postagem neste blog.
Entretanto, as grandes querências da Família Arruda foram as Localidades de Morrinhos e Cajurú. Alguns descedentes da Família ainda residem nessas localidades, mas a grande maioria passou a residir e Lages, São Joaquim, Painel e Urupema, principalmente.
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| IGREJA DA LOCALIDADE DE MORRINHOS |
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| LOCALIDADE DE MORRINHOS COM A IGREJA AO FUNDO |
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| CEMITÉRIO DA FAMÍLIA RAMOS NA FAZENDA GUARDA-MOR |
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| CRUZ ANTIGA NO CEMITÉRIO DE MORRINHOS |
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| PARECE IGREJA ANTIGA MAS É SALA COMERCIAL EM SOROCABA SP |
COMENTÁRIO DO BLOG:
José Maria Domingues de Arruda, o Coronel dos Coronéis, filho caçula do patriarca José Domingues de Arruda, delimitou e adquiriu grandes áreas de terras da pioneira Fazenda Guarda-Mor, registrada no Cartório de Curitibanos, conforme relato em outra postagem neste blog.
Entretanto, as grandes querências da Família Arruda foram as Localidades de Morrinhos e Cajurú. Alguns descedentes da Família ainda residem nessas localidades, mas a grande maioria passou a residir e Lages, São Joaquim, Painel e Urupema, principalmente.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
"RONALDINHO GAÚCHO", BAGUAL DA COXILHA RICA
domingo, 11 de setembro de 2011
FOTOS DO CORREDOR DAS TROPAS E DA COXILHA RICA
Veja belas imagens do Corredor das Tropas e da Coxilha clicando no ítem GALERIA acima.
O crédito dessas belas fotos são de Ricardo Bampi, do Dr. Nazareno, do Márcio Ávila, da Eliane Rech e outras pessoas que se aventuraram pelas esburacadas estradas de chão batido da Coxilha, estradas estas que, se por um lado são o maior obstáculo para sua ocupação e desenvolvimento, por outro lado a tornam um santuário de preservação natural para agradar aos olhos de gerações futuras.
A maioria da população lageana nunca teve acesso a essas belezas, tanto pela falta de um meio de transporte adequado com tração nas quatro rodas, como pelo custo elevado de uma diária nas raras Fazendas que abriram suas portas para o Turismo Rural. Este, sem dúvida, será a porta de entrada para trazer divisas para o Município e reforço de renda para os poucos habitantes da Coxilha.
Taí um bom desafio para o atual Governador de Santa Catarina, proprietário de fazendas naquele Sub-Distrito abandonado pelo Poder Público. E para o futuro Prefeito de Lages, pois o atual, Dom Renatinho, já está em ritmo de fim de festa depois de uma longa permanência no Paço Municipal, ora como Vice-Prefeito, ora como Prefeito. Ressalvada, é claro, a possibilidade de resolver mostrar serviço em 2012, seu último ano de mandado, e a vontade politiqueira de fazer um sucessor.
Sem estradas bem conservadas o próprio povo de Lages nunca vai conhecer nosso maior Tesouro de Superfície, seja pelos lindos e ondulados campos, seja pelos capões de mato que sobreviveram ao ciclo da madeira, seja pelas águas limpas e claras dos Rios Lavatudo e Pelotinhas, seja pelas centenárias sedes de Fazendas que se perdem num horizonte sem fim, ou até onde a vista do visitante alcança. Vai lá e confira!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
ASPECTOS HISTÓRICOS, GEOGRÁFICOS E ECONÔMICOS DA COXILHA RICA
A região denominada Coxilha Rica fica na zona rural do município brasileiro de Lages, o maior em extensão do Estado de Santa Catarina. A Coxilha Rica possui cerca de 100 quilômetros de extensão na serra catarinense. É uma grande planície localizada a mais de mil metros acima do nível do mar. A vegetação predominante são as gramíneas e, onde ocorrem remanescentes de florestas, a araucária. O nome (Coxilha) dá-se ao fato de a região ser formada por uma planície ondulada a perder de vista.
| POR DO SOL NA COXILHA RICA |
As propriedades localizadas na Coxilha Rica são principalmente fazendas destinadas à criação de gado utilizando-se da pastagem natural. A principal atividade econômica desenvolvida na Coxilha Rica é portanto a pecuária. Há séculos cria-se gado na região, que concentra a maior variedade de raças bovinas de corte do Brasil.
Os principais rios que por lá correm são: Pelotas, Pelotinhas, Penteado, o Lageado Bonito e o rio Lava-Tudo. O solo da Coxilha Rica é pouco profundo, pedregoso, não muito fértil e coberto de gramíneas, que no inverno secam com a geada e com o forte vento minuano vindo do Sul. Uma das primeiras vias terrestres de ligação entre o Sul e o Sudeste do Brasil, o Caminho das Tropas, traçado no século XVIII, passava pela Coxilha Rica.
A Coxilha Rica é famosa por sua beleza e exatamente pelo fato de ser cruzada pelo já mencionado Caminho das Tropas, via por onde os tropeiros levavam gado do Rio Grande do Sul a São Paulo (Sorocaba) e sul de Minas Gerais.
Graças a sua beleza natural e às suas fazendas centenárias, a Coxilha Rica é uma região propícia ao turismo rural.
Fonte: Wikipédia
COXILHA RICA - RISCO DE DESAPROPRIAÇÃO PARA REFORMA AGRÁRIA
| MAPA GEORREFERENCIADO DA COXILHA RICA Como se vê nos dados estatísticos acima, a Coxilha Rica tem uma insignificante e minúscula ocupação de habitantes/km2 de terras, sendo a maioria delas de campo nativo, pequenos pinhais de araucária e mata nativa e, nos últimos anos, algumas áreas reflorestadas com pinus. A atividade predominante é a pecuária, com destaque para a bovinocultura campeira, com algumas experiências de melhoramentos de pastagens e confinamento. A agricultura é só de subsistência dos próprios moradores nativos. Reflorestamento é a única exploração econômica em crescimento, com o plantio de pinus em extensas áreas de campos, mudando a paisagem. Dá para ser comparada com verdejante planalto intocado e improdutivo. Um dos grandes entraves para sua maior ocupação e desenvolvimento é a falta de estradas de boa qualidade, dificultando seu acesso para fins produtivos e do próprio conhecimento de seu potencial turístico. Servida no sentido Norte/Sul por uma ferrovia a mais de 50 anos, nunca houve o uso racional desse importante meio de transporte, seja para escoamento da produção pecuária, seja para o turismo rural. Também já houve a tentativa de torná-la legalmente uma APA - Área de Preservação Ambiental, sem êxito, pois a legislação para esse tipo de área ecologicamente protegida inibe a exploração de vários empreendimentos de ordem econômica, e os proprietários de terra recusaram a proposta apresentada. Assim, é grande o risco de vir a ser invadida pelo MST, a exemplo do que ocorreu em uma Fazenda de Correia Pinto de baixa produtividade. Alguns líderes do Movimento - com inegável e facilitado trânsito junto ao Governo Federal - já sinalizaram em uma reunião de assentamento em Ponte Alta, em 2010, que pretendem intensificar suas invasões na Serra Catarinense. Em linguagem popular, a Coxilha Rica é um prato cheio. Basta um canetaço em algum gabinete do Incra ou da Presidência da República. |
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
DIVISÃO DA FAZENDA GUARDA MOR
| CAMPOS, CAPÕES DE MATO E CORREDOR DAS TROPAS |
Estado do Santa Catharina
COMARCA DE CURITYBANOS
De citação
O cidadão Joaquim Domingues de Oliveira,
30 supplente do juiz de direito da comarca de
Curitybanos, do estado de Santa Catharina,
servindo parcialmente por motivo de suspeições
do primeiro supplente em exercicio e do
segundo, etc.
Faz saber RO3 que o presente edital de citação
com o prazo de 90 dias virem que pelo
cidadão alferes José Maria Domingues de
Arruda foram dirigidas ao juizo as petições
• dos =teores seguintes : Ao distincto cidadão
juiz 'de direito da comarca de Curitybanos,
em exerCicio e-Diz o alferes José Maria Domingues
de Arruda, residente na comarca de
Lages, que, sendo senhor e dono legitimo de
diversas partes de campos e mattos na fazenda
do Guarda-M6r, situada na comarca de Curitybomas,
que obteve por compras feitas a
diversos condominos da mesma fazenda, como
prova com 03 documentos as. 1, 2 e 3,juntos,
e achando-se a dita fazenda ainda em
commum- com outros condorninos, par isso
requer a divisão da mencionada fazenda, do
conformidade com as disposiçies do decreto
n. 720"de 5 de setembro de 1890. Dando-se
ainda • o caso que sarnento uma parte da
fazen'1 ajá fosse demarcada judicialmente pelo
antecessor do supplicante, e este, querendo
hoje, para effestuar a divisão judicial, procederá
demarcado judicial do ir/amovei total,
de accardo com as divisas constantes dos
documentos ns. 1 e 2, por isso reluer a V.S.
tambem que se prose la previamente á demarcação
judicial do immevel, tudo de conformidade
com as disposições do decreto acima
mencionado. A fazenda ,tem 03 limites seguintes:
Principia do rio das Pedras, aonde
faz barra com um lageado denominado Jucasó,
e subindo por este lageado até onde tem um
banhado que 'serve de divisa com a fazenda
cia viuva e herdeiros 'do finado Jose Custodio
de Mello, e por este a um capão de GUiarmeus
donde nasce uma vertente que continua a
servir de divisa co:n a dita fazenda do finado
José Custodio de Mello, e descendo por essa
vertente a procurar o rio de Correntes, aonde
ame fazer barra, e subindo por Correntes até
onde faz barra o lageado que vem dos Fachinaes.
deixando este e subindo por um outro
lageado, que faz divisa com Libino José dos
Santos, denominado Lageado do Barreiro,
até onde tem um banhado do qual nasce o
dito lageado, e seguindo por este banhado a
procurar uma restinga o nesta, n logar de
matto mais alto, passa a procurar a divisa
da porteira da restinga, aonde foi colloca.fio o
primeiro marco da medição a que os vendedores
proce leram nos campos'e mattas que
houveram de Manoel Caetano de Oliveira, e
seguindo matto da porteira da restinga a
rumo mais ou menos -pelas cabeceiras do
arroio do Pátella, e descendo pelo dito arroio
até o rio das Pedras onde aquelle faz barra,
e descendo pelo rio das Pedras até encontrar
a barra do lageado Jucasó, onde principiou a
divisa. A communhão do irnmovel provém
da circumstancia que.'os vendedores, em
concordata • amigavel com os MUS credores,
deram a dita fazenda de campos e mattas
do Guarda-Mor em pagameato de dividas no
valor : total de 20:829$790: o supplicante
possue, conforme as escripturas juntas, na
dita fazenda e por aquelle valor, a quantia
ideal de 10:857$.- 03 confinantes do immovel
demarcando e dividindo, bem como os condóminos
socios, vão -separadamente arrolados
no final da presente petição, o o supplicante
requer que sejam todos intimados,
na fórma . do capitulo I°, titulo I do reforido
decreto n. 720, para, na farma alo
art. lê, § 1 0, na primeira audieucia depois da
expiração do edital de 90 dias comparecerem,
afim de louvarem-se em agrimensores, arbitradores
e testemunhas informantes, que
procedam 'á demarcação requerida e srbsequentemente
á divisão do immovel, bem CO3110
para reciprocamente abonarem as despezas a
fazer-se com ó pessoal judiciario e com o pessoal
necessa,rio para o trabalho tealinico da
causa, requer mais que .V. S. nomeie um
curador alide que representará aos interessados
ausentes que serão citados editalmente
e que V. S. mande que seja citado tambern O
curador geral , dos orphãos conjunctamente
com os tutores dos orphãos interes.sados na
presente causa. O valor da causa, é aquelle
dado pelos mesmos vendedores, que é de
20:829$709. Acontecendo que diversos confinantes
residem em Palmas, logar litigioso e
pretendido, não ~ente pelo estado de Santa
Catharina, como tambem pelo do Paraná e
ainda tambem pela Confederação Argentina,
por isso requer mais que sejam publicados
editaes com o prazo de 90 dias no Diario
Official da Capital Federal e na capital do estado
do Paraná e Rio Grande do Sul, tudo de
conformidade com o cap. 1 0, do tit. 1 do regulamento.
Nestes termos pede deferimento na
fórma requerida, de que E. R. Mercê. Lages,
19 de julho de 1893.—Josd Mcria Domingses
de Arrula. Condominos da fazenda: Antonio
Joaquim da Silva Junior, na comarca de Lages
; Manoel Pinto de Lemos, em Desterro
Porphirio dos Santos Cardoso, em Curitybanos
; Celestino dos Santos Cardoso, idem
Virgilio de Almeida Mello, idem a; Francisco
Ferreira de Castilho, idem ; Pedro José de
Proença, idem ; José Antonio Pinto, idem
Doaato de Mello Cesar, idem ; Cypriano José
Dias, idem ; Antonio IgMacio Pereira, idem
José Ignacio Pereira, idem ; -José Leandro de
Medeiros, idem ; Adelgissimo Medeiros da
Silva, idem ; Diogo Alves da Rocha, viuvo de
D. Victulina Alves dos Santos e seus filhos,
respectivos genros Manoel Alves de Moraes,
Gaspar Pereira de Souza, Emigdio Alves da
Rocha (pubere), Lucas AlVeS da Rocha ( pubere),
Virgilio Alves da Rocha (pubere). Senhorinha
Alves dos Santos (pubere) sendo
tutor dos mesmos orphão3 puberes, o pae
Diogo Alves da Rocha, e também dos impubere,
s de nomes Domingos Alves da Rocha,
Polycarpo Alves da Rocha, e Alfredo Alves da•
Rocha, - todos residentes em Curytibanos
Tristão Gonçalves de Araujo, na Vace.aria, no
estado do Rio Grande do Sal; Maria Bemvinda
de Oliveira, idem. Rol dos condominos
e confinantes: D. Bazilia Maria Benedicta,
viuva de Diogo Dias de Moraes, por si e como
tutora de seus filhos puberes que serão conjunctamente
citados Honorata Dias de Moraes
e Brazilina Dias-de Moraes,' e dos impuberes
João Dias de Moraes, Joaquim Diasla
Moraes é Francisco Dias de Moraes, e os
emancipados Generoso Dias de M )raes, Bento
Dias de Moraes, Porphirio dos Santos Cardoso
e Macario de Mello Andrade, todos 'em Curitybanos.
Confinantes: Henrique Pires de Almeida,
em Curitybanos ; D. Maria Rita dos
Santos, viuva de.Joãe Yrancisca de Sampaio,
em Nossohay, comarca de Pau Fundo, estado
do Rio Grande do Sul ; Valencia Pacheco dos
Santos, idem ; Gaspar Pacheco dos Santas,
na villa de Palmas, togar litigioso entre
Santa • Catharina, Param% a Confederação
Araentina ; D. Francisca Pacheco
dos Santos,casada com Domingas Ferreira
dos Santos, idem ; Oliverio Pacheco dos
Santos, idem ; João Pacheco dos Santos
Sampaio, residente 7:em Porto da União,--
D.E niffa, Paca3c) dos Santos, orn Palmas,—
Libine José dos Santos Filho fim lern,—Abrahão
Pacheco dos Sentem, ibidem,— D. Mathilde
Muniz Saldanha, viuva, filhos e genros
de Gaspar Pereira de Souza,— filho—Eufeasio
Pereira da S niza,—aearo—Haristb-
Caetano de Oliveira,—D. Carlota Pereira de
Souza e Joaquim Pereira de Souza, todas as
seis ultimas residentes no termo da causa.—
Lage119 de julho de 1893. Está o sello de
oitocentos réis em estampilhas)--Josd Maria
Domingues deA.rruda.—A qual teve o despacho
seguinte:—Antuada, como requer, nomeio
o cidadão João Gonçalves .de Araujo
para curador a lide por parte dos menores e
ausentes, o quol, servirá na forma da lei
depois de feita alludida promessa. —Curitybanos
18 de setembro do 1893—Rauen. Mustre
cidadão juiz de direito em exercicio.—Diz
o alferes José Maria Domingues de Arruda,
demarcante da fazenda, Guarda-Mór que,
tendo havido um engano no balançamento
dos nomes dos condominos e heréos confinantes,
tendo deixado de indicar o nome dg
condomino Alfredo de Almeida de Mello bem
como do confrontante Joaquim Custodio de
Mello, afim de - serem citados pessoalmente
pois que são residentes na comarca, vem fazel-
a agora, visto achar-se ainda em tempo,
requerendo a respectiva citação.—Outrosim,
rectifica o supplicante, o engano havido em
relação ao nome do finado marido da interessada
viava Mathildes Muniz da Saldanha, casada
que foi com mono Pereira de Souza e'não
Com Gaspar,como por engano se acha meneio=
nado na petição da acção respectiva.—Finala
mente requer o'supplicante que vós digneis
nomear curador aos interessados que por
ventura existam e dos quaes não tem scieneia
o mesmo supplicante, afim de serem
citadas conj unctamen te com seu curador:pelo -
mesmo edital que tem de ser publicado 'pelo
Diario Official do Rio de J useiro e em que devem
ser chamadas pelo prazo de noventa dias,
os interessados ausentes em logar incerto.
Nestes termos, e respeitosamente .pede-vos
deferimento e justiça, e E. R. M. (Está o
sello de duzentos réis em estampilhas.) José
Maria'Damingues'de Arruda.—A qual, teve
o despacho ssguinte : — Como requer, noa
meio para curador dos interessados desconhe
cidos, o mesmo cid idão já nomeado na :primeira
petição, por parte dos menores e ausentes.
—'Curitybanos, 18 do setembro de
1893,— Raueu. ' Iilustre cidadão juiz de diraito
da &ornarei de Caril ybanos.— Diz José
Maria Damingues de Ara uda, , que tendo requerido
em 19 de julho do anno proximo passado
de 1893, a demarcação e divisão da:fazenda.
denominada, Guarda-Mar, conforme
consta na petição que já se acha em juizo e
aontecendo que em consequencia da invasão
da esquadra, não puderam ser satisfeitas as
publicações do estyle e erigidas pela- lei, .por
isso vem do novo perante Vossa Senhoria
para ser despachadas as precatorias e editaes,
de que trata a petição acima referida, bem
como para serem effectudas tod is as citações(
necessarias, afim de que seja . encaminhado
o serviço judicial na fórma requerida.
Nestas terinos P. justiça. (Está b sello
de duzentos réis em estampilhas ) Lages
31 do Janeira de 1895. — José Maria.
Doiningues de Arruda ;—a qual teve os despachoT
seguintes : Sou suspeito para fanecionar
como juiz na causa °aludida, por ter,
irmãos meus, interessados como proprietarios
de partes, na fazenda dividendo, o que
affirmo sob a promessa do meu cargo.—Cnria
tybs.nos, 18 de fevereiro de 1895.— Mello.
Entendo ser suspeito para como juiz funccionar
na causa alludida, par ser filho do
heréb confinante Dionriq no Paes de Almeida,.
9 que affirmo.—Curitybanos, 4 de março da
1895. --Graciliano_Torquato de Almeida. Nos
autos, venham-me conclusos. Curitybanos,
de maio do 1895.— Araujo Lima. Conclusos
os autos, nelles foi proferido o despacho se-,
guinte : Procedam-se as diligencias requeri-a
das novamente no prazo da leis—Curitybanos,
9 do maio de 1895.—Araujo Lima. Em vir-,
tude destas petições e despachos,' se passou,
o presente edital, pelo qual cita, não só, todos
aquelles condominos e confinantes : mencionadas
na petição inicial, que residem nas comarcas
de outros estados, como tambem, aos
interessados que estiverem ausentes' em alo-,
gares não Sabidos, a, desconhecidos 'que porventura
existam no paiz e fóra deite, para.
virem á primeira, audiência deste juízo, depois
de findo o' tempo do edital de maior prazo.
Fonte: http://www.jusbrasil.com.br/diarios/1653680/dou-secao-1-30-07-1895-pg-14/pdfView
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